Capítulo II - Vamos dar um fim nessa historia.

TERCEIRA PARTE

Comecei a correr novamente, ate que de repente esbarrei em alguém, cai no chão e olhei dos pés a cabeça esse alguém. Quando eu percebi quem era levei um susto.
- Sarah!
Ela mi surpreendeu.
- O que você esta fazendo aqui? – perguntei sem entender.
Ela pareceu surpresa com minha pergunta.
- Dã... Eu moro aqui – respondeu ela.
- Tudo bem Julian, estou te achando muito estranho, o que aconteceu? Sua cara esta péssima.
- Nada – respondi sem jeito.
Eu não quis contar o que eu acabara de ouvir, mas sei lá ela podia pensar que eu estava louco.
- Sarah ontem... – poucas vezes eu pedia desculpas – Eu achei que fui muito grosso com você ontem, então eu queria...
- Julian eu te conheço muito bem sei o que você faz e praticamente o que pensa. Talvez fosse melhor esquecermos o que aconteceu e tocarmos nossas vidas.
- Então porque você ligou hoje?
- Eu ainda tinha esperanças que todo o nosso amor sobrevivesse, mas ontem percebi que estava sendo tola.
- Sarah, não queria que tudo acabasse assim, queria que ao menos pudéssemos ser amigos e...
Não consegui falar mais nada, quando vi lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Por mais que ela quisesse segurar o choro seus lábios tremiam enquanto ouvia minha voz, ela lutava com a maior força para não entregar aos seus sentimentos, tentava se fazer de forte.
Olhei para ela e  levantei minha mão para enxugar a lágrimas que corria no seu rosto,quando minha mão acariciou seu rosto, ela a segurou e a tirou e disse:
- Adeus Julian...
Eu vi a parti sem ao menos olhar para trás, parecia ter tomada sua decisão.
Então ela virou a esquina e eu gritei.
- Como eu sou burro! 


''Pessoal, mil desculpas. Ontem não deu para colocar, ouve um atraso, porem em compensação amanhã o começo do terceiro capitulo ta ótimo, muito bom mesmo.''


Capítulo II - Vamos dar um fim nessa historia.


SEGUNDA PARTE
Ouvimos som de passos em nossa direção, era o Sr. Aretuda, mamãe ficou em silêncio, como se não quisesse que ele ouvisse o que falávamos. Aproximou-se, coçou a barriga e perguntou:
­-O café esta pronto?    
-É claro que esta! -Ela falou aborrecida.
Parecia que toda a conversa que acabara de ter com minha mãe havia sumido junto com sua doçura.
-Calma mulher dá-me  uma folga pelo menos na hora do café. - Sr. Aretuda quis cortar o assunto.
Eu já não suportava mais ficar calado e falei.
-Meu Deus, será possível que não posso ter um instante de paz nessa casa, sem ser obrigado  assistir às brigas de vocês.
Soltei a colher com a qual comia  e sai. Só pude ouvi a voz da minha mãe pedindo que eu voltasse.
Abri a porta, sai só com a roupa de corrida e  bati o mais forte que pude.
Sai decidido correr um pouco e depois ir à casa de Sarah.
Comecei a correr o mais rápido possível em direção ao parque central da cidade que alias fica próximo da casa de Sarah, passei por varias árvores.  Fui correndo ao som de last Kiss, até que tive a impressão de está sendo seguido, parei e agachei-me, pois estava cansado, minha respiração bem pesada, olhei para os lados e para cima, mas não vi nada, continuei, só que dessa vez a ofegância de minha respiração  atrapalhava-me e seguia muito mais devagar.
-Julian – alguém falou!
Virei-me e não vi nada
- Quem está aí? – Falei preocupado.
 Ninguém respondeu. Pensei que era algo de minha cabeça.
Comecei a correr novamente, até que de repente esbarrei em alguém, cai no chão e olhei dos pés a cabeça. Quando eu percebi quem era, levei um susto [...]  

Capítulo II - Vamos dar um fim nessa historia.

 PRIMEIRA PARTE
Eu deitei e dormi.
Acordei com o som do meu celular tocando. Primeiro pensei que era um sonho, voltei a dormi. Então tocou uma vez, outra vez e mais uma vez. Não aguentei mais, levantei e peguei o celular. ´´ Mas, afinal quem iria ligar para mim em plena 6 horas da manha ``. Quando eu olhei quem era, foi como se eu já esperasse.
- Alô Sarah.
Era ela sim, Sarah Wilson, das empresas Wilson, a mais disputada da escola, a mais bonita da escola, a mais popular, a mais rica, e também minha ex e abusada namorada.
- Julian?
- O que é Sarah?
- Oi Julian – ela falou meio feliz e fez uma pausa – Juu...lian – ela tomou fôlego – Um namoro como o nosso não pode acaba assim.
- Sarah – eu estava indignado – você me liga em plena 6 horas da manhã para falar de uma coisa que já foi decidida faz muito tempo...
- Ela me interrompe – ‘‘COISA’’. Você chama de coisa tudo que vivemos. É eu realmente me enganei pensei que você fosse diferente, mas pelo visto não é...
- Agora eu a interrompi – Ah! Quer saber de uma coisa Sarah, eu já te dei moral de mais. TCHAU!
Voltei a dormir. Quando deram 8 horas em ponto meu celular tocou o alarme, por um instante pensei que fosse Sarah novamente, mas logo desisti dessa idéia. 
Fui tomar um banho. Enquanto a água escorria pelo meu corpo, pensei em tudo o que havia acontecido ontem e principalmente o quanto fui grosso com Sarah e então resolvi ir a sua casa pedir desculpas e decidir nosso futuro.
Terminei o banho, vesti a roupa de corrida e fui à cozinha tomar café.
Quando cheguei, vi minha mãe com semblante cansado, triste, mas estava melhor que a noite anterior.  
- Bom dia – Falei.
- Oi, querido você acordou cedo - Ela falou preocupada.
- Vou correr hoje – falei a ela
- Ah!  Sim.
Fizemos um pouco de silêncio e fui buscar o suco na geladeira, foi como se ninguém quisesse tocar no assunto da noite passada. Mas ela quebrou o silencio e falou:
- Julian, eu sei que você viu e ouviu toda nossa discussão ontem, mas quero que você entenda que tudo isso não tem nada haver com você e seu irmão Albert.
- Mãe não precisa falar isso, sei muito bem quem é o errado de toda essa história e não é a senhora, e por mais difícil que seja pra mim, falar ou pensar, sei exatamente  qual é a solução.    
Um silêncio culminante se alojou entre nós, até que ela o quebrou.
 - Julian não é tão simples como você pensa – ela fez uma pausa – eu penso também em vocês, como você acha que Albert vai entender se ele só tem 6 anos...
- É simples sim, basta você querer.
Ouvimos som de passos em nossa direção[...]


Capítulo I - Princípio

SEGUNDA PARTE

Sabendo o que me aguardava lá dentro, respirei fundo e entrei; Quando dei o primeiro passo vi uma cena bastante chocante, minha mãe, Clarice, estava sentada com a mão no rosto chorando rios de lágrimas enquanto o Sr. Aretuda assistia a um jogo de futebol na TV e falava bem alto dizendo:

-Meu Deus Clarice, vê se você cresce e para com essas bobagens.

Vendo aquilo senti-me muito mal, mas preferir não saber do que se tratava. Subi para meu quarto e fui ouvir Kiss, apesar de não gostar, mas qualquer barulho era melhor que aquela discussão.

Capítulo I - Princípio

PRIMEIRA PARTE 
Olhe bem...
Eu tinha 17 anos, estava atrasado um ano na escola e aquele semestre não estava nada normal, eu acabava de sair de um problemático relacionamento que só Deus sabe por que eu entrei.
Meus pais estavam à beira de uma separação.
Nunca acreditei em destino, talvez fosse bobo pensar nisso, mas aquele semestre me fez pensar diferente.
Tudo começou quando eu e meu amigo Ede, um simpático garoto, que assim como eu também estava atrasado na escola, ficamos para recuperação das matérias, talvez por isso nos tornamos grandes amigos. Ele era magro, alto e do tipo de garoto que falava muito, ruivo com sarnas bem avermelhadas no rosto, se não o conhecesse bem, diria que ele era um aluno de intercambio, vestia-se meio hippie, apesar de ser uma pessoa bastante consumista.
Por mais que eu quisesse passar de ano, matemática e física não me faziam muito bem, só em falar nesses bichos já me dava ânsia de vômito. Sinceramente não conseguia descobrir como aquele monte de besteiras iria ajudar na minha vida. Pois bem, quando Ede e eu fomos pela terceira vez para a aula de recuperação observei minha diretora Sra. Chirley, colocando um grande cartaz no muro da escola Atonissassa Lágel, conhecida popularmente só como Lágel, com uma estrutura que esbanjava arquitetura clássica, rica em detalhes e a maior de todo o Norte. Eu estava lá desde o maternal e não agüentava mais.
O cartaz que a Sra. Chirley colocara era bem claro e dizia: ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O NOVO ANO LETIVO. Não dei muita atenção para o que dizia, mas pobre de mim, mal sabia eu o quanto aquele cartaz iria me esclarecer.
Fui à aula, dormi metade dela, pois não aguentava o professor de física falando bobagens. E quando terminou a aula, voltei pra casa.
A caminho de casa vi duas crianças brincando de Power ranger e se chutando. O bairro onde eu morava era bem grande e estávamos enfrentando um intenso inverno naquele ano.
Apesar de meus pais terem bastante condição sempre preferi ir andando de casa para a escola e da escola pra casa. Até então tudo ocorria normalmente. Quando cheguei em frente de casa ouvi gritos do tipo:
- Eu não agüento mais! 
No primeiro momento não quis acreditar, mas eu sabia que era mais uma das tantas brigas dos meus pais. Era a voz de minha mãe. Todas essas discursões que meus pais enfrentavam começaram no dia em que minha mãe achou um vídeo que supostamente a amante de meu pai declarava todo o amor por ele. 
O Sr. Aretuda, meu pai, era um renomado empresário do ramo industrial que vivia para o trabalho e para a bebedeira. Um senhor de 44 anos com alguns cabelos grisalhos atrás e na frente totalmente careca. Nariz grande, alto e barrigudo de tanta cerveja.
Aquele vídeo foi mais que uma bala de canhão em nossa família, foi uma bomba atômica que a desestruturou e depois aniquilou todos nos, a partir de então toda e qualquer bobagem já se tornava uma briga entre os dois.
Sabendo o que me aguardava lá dentro, respirei fundo e entrei; Quando dei o primeiro passo vi uma cena bastante chocante, minha mãe, Clarice [...]